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terça-feira, 30 de agosto de 2011

As cinco figuras mais antipáticas do mundo da moda

Óculos escuros inseparáveis, meio-sorriso, olhares furtivos de reprovação, nariz em pé e troca de farpas. Toda a sisudez do mundo da moda se traduz neles, os poderosos editores de revista, estilistas e modelos. Em meio a tamanha animosidade, a gente admira seus trabalhos – com uma distância preventiva de alguns quilômetros, é verdade – e acaba achando graça das “rosnadas”. Saiba, com a lista abaixo, quem são as figuras mais antipáticas do universo fashion. Em tempo: nós os amamos do jeitinho que eles são!

Moda em Lista: todo domingo, o site do GNT publica informações e curiosidades sobre o mundo da moda em formato de lista.
1
Anna Wintour
A editora da Vogue americana está entre as 100 mulheres mais poderosas do mundo, segundo o ranking da revista Forbes divulgado nesta semana. Quer mais? Então toma: é ela a inspiração da personagem Miranda Priestly, de “O Diabo veste Prada” (2006), e também o mote do documentário “The September Issue” (2009), que retrata seu trabalho. Segundo a fama que tem, Wintour – que já recebeu o apelido “Nuclear Wintour”, em alusão a “Nuclear Winter” (“inverno nuclear”, em português) – é o próprio capeta em forma de editora. Mas, tratando seus funcionários a chicotadas ou não, há de se reconhecer que atrás dos indefectíveis óculos escuros e cabelo milimetricamente cortado mora uma senhora de pulso firme com doses de muito talento e criatividade.


2
Coco Chanel
A imagem da senhorinha toda arrumada, com semblante enfezado, andando ligeira e curvada sobre sua bengala vem à mente de qualquer pessoa que conheça a história de Coco Chanel. Pavio curto – ai de quem mexesse com ela! –, a estilista francesa era mesmo uma rebelde e, por ser assim, revolucionou a moda ao vestir calça nas mulheres dos anos 1920 e aumentar a alça das bolsas por conta da falta de paciência de carregá-las na mão. Ah, e vem bafo por aí: uma nova biografia dela, lançada neste mês nos Estados Unidos, diz que a estilista teria sido espiã nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Especulações à parte, Chanel é fina, rica e não quer ser sua amiga.


3

Ele tem horror a gente acima do peso, defende o uso de roupas de pele e não tem a menor cerimônia em dizer que alguém é feio e cafona (“Seria muito difícil ter uma filha feia”, disse recentemente). Até Heidi Klum e Seal já foram alvo de seus “ataques”. Ah, e ele não tira os óculos escuros jamais – funcionam como uma “burca”, segundo o próprio. O Kaiser, à frente da Chanel, é mesmo um discípulo da fundadora da grife (totalmente sem papas na língua!) e, certa vez, declarou que gosta de se relacionar com michês. Tá aí a personificação da palavra “antipatia” – mas, com aqueles desfiles-espetáculos que promove a toda edição da Semana de Moda de Paris, a gente até perdoa o grisalho.

4
Naomi Campbell
Naomi é a “patada” em forma de modelo. A morena chegou a receber o apelido “neta honorária” de Nelson Mandela por ajuda humanitária prestada à África, mas mal sabia ele do que viria depois: foi empregado processando Naomi por maus tratos; amiga, por agressão; policiais, por "chilique" no aeroporto... Aliás, da polícia ela fugiu depois de agredir um motorista e, no ano passado, teve que depor em um tribunal de Haia sobre diamantes de extração ilegal. Se isso não é estar na pior...


5
Manolo Blahnik
Cuspir no prato em que comeu é com ele mesmo. Com a fama consagrada pelo seriado "Sex and the City" – Carrie Bradshaw não tirava seus modelos do pé –, o designer de sapatos, em vez de agradecer a forcinha que o tornou conhecido, declarou que de-tes-ta a atração. Oi?! Isso mesmo. “Fico doente só de ouvir alguém falar em ‘Sex and the City’. Até o motorista do táxi me reconhece! Isso passou dos limites e não me sinto confortável. Eu nunca quis me tornar um designer celebridade”, disse ele, que não perde a chance de espinafrar o seriado e o filme. É, apesar de ser especialista em calçados, de “pé no chão” ele não tem nada.


Por Mariana Bradford

domingo, 27 de março de 2011

10 erros cometidos em uma entrevista de emprego



1. Cabelos: fios bagunçados, com cores exóticas ou cortes radicais.

2. Unhas: grandes demais, sujas e com aparência de relaxo.

3. Roupa: vestir decotes, roupas curtas e justas, cores extravagantes, camisas e ternos muito amassados ou sujos.

4. Postura desleixada: postura desengonçada, ombros caídos, voz trêmula, cotovelos na mesa, olhar disperso e mãos no rosto, em posição de tédio.

5. Tatuagens e piercings: deixá-los`a mostra sem nenhum tipo de cuidado com a imagem que se deseja passar na entrevista.

6. A conversa: tagarelice ou timidez em excesso não são bem-vindas.

7. Detalhes da vaga: muitos candidatos, por necessidade ou ansiedade, questionam o entrevistador sobre salário e benefícios logo no início da conversa.

8. Erros gramaticais: quando se está à procura de um emprego, é preciso dedicação. Não dá para ir à entrevista sem se preparar.

9. Mentira: jamais minta no seu currículo ou na entrevista sobre suas qualificações.

10. Atrasos: não chegar na hora combinada para a entrevista denota falta de dedicação e comprometimento com a ocasião.
Por Agni Melo

domingo, 20 de março de 2011

Olá!


Olá amadíssimas e amadíssimos,
eis-me aqui de volta depois de 2 meses de descanso de imersao no computador.
Eu precisava de um tempinho pois filho pequeno e outro adolescente,trabalhando a mil/hora,resolvi organizar a minha vida para ficar tranquila por aqui.

Agora é hora de postar coisas bem bacanas para todos os meus seguidores que cobram as matérias.
Nao saia daí, e se puder convide os seus amigos para seguir o blog também.
Até mais e $uce$$o$ para todos nós!
Sibelle Menezes

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Feliz e Abençoado Natal!


Estou viajando de férias,e passamos o Natal aqui.A fonte do meu notebook deu tilt e nao consegui postar a tempo a mensagem de Natal.

Pensei em nao postá-la mais,porém pensei... o nascimento de JESUS CRISTO precisa ser comemorado todos os dias das nossas vidas,e o quebrantamento de coraçao precisa também acontecer conosco todos os dias para que o exercício do cristianismo seja verdadeiramente um hábito.

Entao aí vai o que desejo a toda humanidade...

Que ao celebrar o nascimento do REI JESUS,voce e a sua família tenham um Natal diferente...

Que os abracos apertados nao sejam questao de data,mas de sinceridade e de transparente amor...

Que os presentes dados e recebidos nao contenham obrigacao,mas leveza de coracao...

Que a ceia nao seja so de alimentos com bons temperos,mas que tenham muitas pitadas de bons pensamentos...

Esses sao os nossos sinceros votos de FELIZ NATAL e um Ano Novo cheio dos favores de DEUS !

Que ELE os abençoe!

Sibelle Menezes e família
www.sibellemenezes.com.br

sábado, 11 de dezembro de 2010

Como caem as empresas poderosas


No livro, How the Mighty Fall (como caem os poderosos) Jim Collins, um dos mais competentes estudiosos das empresas dos nossos dias, nos mostra que a queda de empresas poderosas e tidas como imbatíveis começa muito antes de que os sinais externos sejam visíveis.

Ele nos diz que a queda de empresas ocorre em cinco estágios, quase sempre consecutivos:

Estágio 1 - Soberba e arrogância - A queda de uma empresa se inicia quando ela começa se achar imbatível e vê o próprio sucesso como “merecido”. Ela acredita que não precisa mais aprender e começa a desprezar os fatores que a trouxeram ao sucesso;

Estágio 2 - Querer sempre mais de forma indisciplinada - Neste estágio, a empresa, arrogante, quer crescer, crescer e crescer e começa a entrar em setores sobre os quais pouco entende. Ela acredita que seu tamanho é suficiente para fazer qualquer negócio prosperar. Essa obsessão pelo crescimento fora de seu foco, usa toda a energia que seria necessária para fazê-la crescer onde ela tem competência;

Estágio 3 - Negação de risco e perigo - Neste estágio, que é quase um produto dos dois anteriores, a empresa entra em movimentos ousados demais, audaciosos demais, sem analisar os riscos e os perigos de sua audácia. A arrogante certeza de que não pode falhar, faz com que ela assuma projetos mirabolantes e a torna cega e surda a quaisquer avisos de que as coisas podem não dar certo;

Estágio 4 - Quando bate o desespero pela salvação - Aqui a empresa já está em visível declínio. As ações perdem valor de mercado. O crédito começa a escassear. Neste estágio a empresa começa a buscar a “fórmula mágica” que a salvará. Um novo produto. Uma reestruturação geral. Novos dirigentes. O pânico se instala. Os melhores talentos deixam a empresa. Procura-se um líder salvador!

Estágio 5 - Rendição ou morte.

Sugiro, com insistência a todos os dirigentes empresariais que leiam este livro, lançado em maio de 2009 e até onde eu saiba, ainda não traduzido no Brasil. Ele explica muito bem que é possível reverter a queda de uma empresa, mas é preciso estar atento e perceber quando a arrogância começa a dar o ar de sua graça para acabar com ela, antes que ela mate a empresa.

Pense nisso. Sucesso!

Por Prof. Marins

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Acerte no look para as festas de final de ano no trabalho


1 Aposte em roupas clássicas
Assim como no ambiente de trabalho, nem tudo é permitido nas festas de final de ano em empresas. “Apesar de serem festivas e alegres, as comemorações pertencem ao mundo corporativo”, diz a stylist Juliana Burlamaqui. Por isso, roupas com cortes clássicos e tecidos sofisticados são boas escolhas. “Uma saia lápis na altura do joelho com um corte elegante e uma blusa ou regata de seda cavada são peças acertadas”, recomenda a stylist.


2Não use roupas colantes e curtas
“Peças coladas ao corpo devem ser evitadas, bem como demasiadamente curtas”, diz a estilista Roberta Nahas, da Spezzato. Um exemplo é a minissaia. Não a use, por mais que ela valorize suas pernas. A lista se estende: “shorts jeans, camisetas e calças muito justas, que parecem ser menores do que o manequim da pessoa: tudo isso pode soar muito vulgar e de mau gosto”, diz Roberta.


3 Use acessórios a seu favor
“Para sair um pouco das produções do dia a dia com ‘cara de trabalho’, vale investir nos acessórios, que dão charme à produção”, recomenda Juliana. Colares, lenços, brincos e bolsas, entre outros, além de incrementarem o look, equilibram a eventual seriedade das peças escolhidas para a festa.
Aprenda a combinar cores neutras com acessórios coloridos


4 Evite transparências
Por mais que seja uma festa, as peças não podem destoar demais do seu cotidiano na empresa. Esta regrinha vale também para as transparências: elas caem nos chamados excessos. “Menos é sempre mais para não errar”, diz Roberta.


5 Invista em vestidos
“Vestidos têm sempre um clima de verão e de despojamento. Só não recomendo os colados ao corpo e muito curtos”, explica a estilista. Os modelos clássicos são sempre bem vindos. Juliana recomenda o tubinho reto “abaixo do joelho ou até cinco centímetros acima, no máximo”. E Roberta aposta no vestido envelope. “São sempre corretos”.



6 Não use decotes profundos
Outro excesso para o qual as especialistas são taxativas. Decotes generosos não combinam com as festas em corporações, mesmo que o seu colo seja lindo.
Tomara-que-caia é um clássico de verão, mas tem que saber usar.


7 Aposte em peças despojadas
Assim como os vestidos, outras peças podem remeter a um clima informal. “Pantalonas e bermudas despojadas são sempre bem vindas”, diz Roberta.
Observe ainda se as peças escolhidas caem bem em você. “O grande desafio é compor sempre um look harmônico e que esteja adequado ao tipo físico de cada pessoa”, explica a estilista.


8 Deixe os saltos altíssimos em casa
Juliana lembra que os saltos muito altos não são adequados, “principalmente para aquelas que gostam de uma bebidinha”. Não corra o risco de se desequilibrar do salto: escolha um mais baixo e elegante.


9 Elabore a maquiagem
“As palavras-chave para não “pecar’ na hora de escolher um look para a festa de final de ano de sua empresa é adequação e bom senso”, afirma Juliana. Uma regra que vale para todos os itens da produção, inclusive a maquiagem. Ela deve ser bem elaborada – o que não significa carregada. Destaque o rosto, mas não use cores fortes e maquiagem pesada.


10 Nunca use barriga de fora
Jamais surja na festa da empresa em que trabalha com a barriga de fora. É incompatível com o ambiente, por deixar o corpo muito em evidência, e deselegante.

Mulherde barriga de fora é proibido.

Porn GNT

Batom e unhas vermelhas nunca saem de moda



Monica Bellucci em anúncio da Dior: o vermelho sempre chique / Reprodução

Um clássico que resiste às mudanças de tendência tão comuns na moda.
O vermelho tem sempre o seu lugar cativo, em batons e esmaltes.

O glamouroso batom vermelho
É comum as mulheres terem dificuldade de usar o batom vermelho por ser uma cor muito marcante. “Esse batom indica feminilidade e personalidade forte”, acredita o maquiador Lázaro Lambertucci. “Tem que ter atitude para segurar”.

Truques para aplicar o batom
“Sempre passar hidratante labial. O vermelho destaca as rachaduras da boca”, explica. O lápis de boca entra em cena. “Contornar a boca ajuda para o batom não ultrapassar o limite do lábio”. Outra dica é usar o pincel, que deixa mais uniforme e com traçado perfeito.

O resto da maquiagem é simples: “pode ser um olho em tons neutros, como o preto e marrom. Acho mais bacana uma pele natural e máscara de cílios. Para não pecar, faça menos”.

As melhores cores para você
Para achar o batom vermelho perfeito, observe a tonalidade da sua pele. E experimente muito. As recomendações de Lázaro:

Pele clara: “um vermelho mais seco, puxado para o sangue, e fosco”.
Pele morena: "vermelhos com tons de cereja, ou misturado com rosa, melancia, romã”.
Pele negra: “cores mais vibrantes e escuras, como o bordô, e com brilhos”.

Bocas carnudas ficam melhores sem brilho. Estes ficam reservados àquelas com lábios mais finos.

Unhas lindas e chiques
As unhas vermelhas, apesar da profusão de cores de esmalte, continua entre as mais pedidas dos salões. Nada de deixá-las enormes. “Tem que ter equilíbrio. Uma unha muito grande não é elegante”. Para exibi-las, tenha cuidado com as mãos. “A pele deve estar bem cuidada e a cutícula, bem feita”.




Unhas e batons vermelhos: clássicos sempre em alta / Reprodução L' Officiel ucraniana (à esquerda) e Vogue russa (à direita)

Por GNT