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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A Insegurança no Empreendedorismo e os 5 Porques



Os que já são empreendedores (ou os que desejam tornar-se) expressam dúvidas de todos os tipos.
Que negócio abrir?
De quanto dinheiro precisarei?
Será que dará certo?
A idéia é promissora?
O que está em alta?

Existe, no entanto, um aspecto do empreendedorismo que todos devem compreender: a insegurança é parte integrante da decisão de ter um próprio negócio.
A insegurança é, inclusive, algo positivo até certo ponto, especialmente por três razões:

Aumenta nosso sentido de alerta
Sem um pouco de insegurança seríamos inconsequentes e irresponsáveis. Saber que estamos pisando em território desconhecido aumentará nossos cuidados e fará com que nosso raciocínio fique mais aguçado.

Nos força a superar nossos limites
A insegurança pode reforçar nossa vontade de superar as dificuldades, de buscar novos conhecimento e habilidades, de fazer parcerias para atingir algo maior. O excesso de confiança pode nos levar a acreditar que já sabemos tudo, que não precisamos aprender, e que somos imbatíveis.

Indica que saímos da zona de conforto
Empreendedorismo e ficar na zona de conforto são termos opostos. O sentimento de insegurança é um indicador positivo de que estamos provocando a mudança, mexendo no status quo, criando uma nova realidade.

Notem que os três aspectos positivos da insegurança que descrevi acima somente são válidos até certa “dose”. O excesso de insegurança é negativo para o empreendedor, e fará com que ele bloqueie ações e pensamentos (um dos piores males para quem deseja ter um negócio próprio).

A solução para combater a insegurança é diferente para cada pessoa. No entanto, existe um conceito básico que funciona na maioria das vezes: buscar a raiz do problema. Somente podemos controlar nossos pensamentos em relação a uma situação potencialmente negativa se conseguirmos descrevê-la e em seguida apontar soluções para ela.

Um método que acho interessante é o 5 porques, mais tradicionalmente usada em sistemas de qualidade e produção. Vou dar um exemplo:

Problema do empreendedor: insegurança quanto a existir mercado para seu negócio

Porque estou com a insegurança quando a existir mercado para meu negócio? Porque não sei se o ponto escolhido é adequado.
Porque o ponto não seria adequado? Porque não sei se o público que passa pelo local se interessará pelos produtos que venderei.
Porque o público não se interessaria? Porque talvez a faixa etária e o perfil de consumo deles seja diferente.
Porque este perfil seria diferente? Porque na realidade não conheço o público que passa pelo local.
Porque você não conhece o público que passa pelo local? Porque ainda não fiz uma pesquisa sobre o tema.
Neste exemplo simples, estamos vinculando a insegurança sobre ao mercado para um negócio ao fato de que o empreendedor ainda não pesquisou o público do ponto aonde ele se localiza. Portanto, a insegurança sobre este tema se reduzirá no momento em que ele colocar pessoas fazendo enquetes, oferecer amostras gratuitas, e fizer outras ações para testar a aceitação do público daquele local.

Pegue suas inseguranças e teste o método dos 5 porques… estou certo de que conseguirá colocar as idéias de forma mais organizada e sair de um possível bloqueio mental.

Por Luiz Paiva

Seu Negócio é Único?



Você consegue responder positivamente à pergunta do título deste artigo?

Se você consegue, tem certeza que não está listando somente os pontos fortes de seu negócio?

Vamos supor que seu negócio é um restaurante a quilo. Se você listou características como variedade dos pratos, higiene e agilidade no pagamento, está listando apenas pontos fortes, que não necessariamente tornam seu negócio único.

Então o que é ser único? O negócio único é aquele que tem uma característica positiva tão marcante que leva os clientes a não o trocarem pela concorrência.
Além disso, esta característica única não deve ser fácil de copiar.

Em muitos casos, um ponto forte de um negócio pode torná-lo único, mas somente quando o efeito positivo sobre os clientes é realmente muito forte.
A conceito de único também pode ser em um contexto local ou regional (ou seja, um negócio pode ser único em sua cidade, mesmo que em outras regiões existam outros similares).

Vamos a 2 exemplos bastante diferentes:

O Google é um negócio único. Seu principal produto é o mecanismo de busca, e seu algoritmo é tão eficiente que nenhuma outra empresa (como Yahoo e Microsoft) conseguem entregar resultados de busca tão bons. Com isto, o Google domina este mercado bilionário e continua ganhando participação.

Eu frequento um restaurante japonês em minha cidade que oferece uma ótima qualidade e variedade, a um preço razoável (e comida à vontade). O ambiente é simples, mas agradável. Isto normalmente seriam somente pontos fortes, mas eles se destacam tanto em relação aos outros japoneses da cidade que está sempre com bom público e eu nem sequer cogito ir a outro.

Não pense que é fácil ter um negócio único. Na realidade, a maior parte dos negócios não consegue ter este elemento único em algum momento de sua existência. Isto, no entanto, não é um fato desanimador, pelo seguinte fato:

A busca pela característica única é tão importante quanto ser único.

O que quero dizer com isto? Simples…
Se você define que quer ter um atendimento ao cliente único, tomará ações para treinar os funcionários, otimizar processos de atendimento e melhorar cada vez mais o relacionamento com os clientes.

Mesmo que sua empresa não se destaque como o melhor atendimento entre os todos os concorrentes, certamente será um importante destaque, e os resultados de seu negócio serão melhores.

A búsca pelo único não deve vir somente de um sonho do empreendedor. É fundamental ouvir as necessidades dos clientes. Conheço uma clínica médica que tem uma sala de espera ampla e agradável, com revistas atualizadas, televisão, cafézinho, entre outros “mimos”. No entanto, o atraso no atendimento nunca é inferior a 40 minutos… eu preferia mesmo que eles se destacassem pela pontualidade, mesmo que tivesse que sentar em um banquinho de madeira!

Para finalizar, pense também no seguinte: ao tentar definir qual negócio abrir, nem sempre o PRODUTO deve ser único e inovador… muitas vezes o grande diferencial é oferecer algo que já existe, mas de uma FORMA única e inovadora.
Por Luiz de Paiva

domingo, 19 de setembro de 2010

Vestidos de casamento.O que usar...


Seja qual for à festividade, uma formatura, festa de casamento – sendo ou não madrinha, evento comercial ou até mesmo o aniversário do chefe ou da empresa, podemos considerar como ocasiões onde toda a atenção e cuidado, na hora de escolher a roupa, são fundamentais. Do contrário, o fardo será sentir-se deslocada, exagerada ou simplória demais para a ocasião.

Como peça imprescindível no guarda-roupa feminino, o vestido sempre causa um impacto positivo. Se bem escolhido, valoriza a feminilidade e atrai o olhar e comentário de todos. Por isso a dica de hoje é sobre como não errar na hora de se produzir e usar essa maravilhosa.

Lembre-se: o vestido certo sempre valoriza a silhueta de qualquer mulher, deixando-a feminina e marcando a sua presença onde quer que passe.

Vestidos para Formatura

Se a festa de formatura é sua, trate-a como se fosse o casamento entre você e a sua profissão.

É um momento de alegria e festa!

O vestido correto é aquele que você sempre sonhou em usar.

Mas lembre-se: se esse “modelito” dos sonhos a impedir de aproveitar a festa, troque-o por algo mais confortável.
Também não escolha um modelo muito longo, para não correr o risco de alguém pisar nele e estragar todo o seu visual.

Dê preferência para tecidos leves. Além de serem ideais para absorver melhor o calor do corpo quando você está se “acabando” de dançar, também são ideais caso alguém, na alegria da festa, derrube alguma bebida em você. Seca facilmente.

Nessas ocasiões evite os vestidos muito apertados, longos ou curtos; você não conseguirá dançar direito e se soltar.

Você não é a formanda, mas é convidada…



Seguir os mesmos quesitos de leveza anteriores pode tornar a festa mais agradável. Mas procure não exagerar demais nos brilhos, rendas, apliques, lenços e estolas longos demais, que vivem caindo. Mesmo se você é do tipo que fica sentadinha do começo ao fim da festa esse tipo de vestido, com muito aplique, muitas vezes é desconfortável até para ficar sentada. Costumam embolar nos bordados e você ficará deselegante.

Se usar um vestido de alça fina, cuide para não aparecer, de forma nenhuma a alça do soutien.

Vale a pena usar vestidos profundamente decotados nas costas nesse tipo de evento. Mas, só se você estiver com o corpo em dia. É estranho conviver, no meio do salão, com as dobrinhas das costas aparecendo. Não é bom de se ver, menos ainda de tê-las. Esconda-as.

Cuidado também com estampas muito exageradas. Elas engordam. Acredite. Todas as mulheres sabem, mas não custa repetir: cores claras aumentam a silhueta. Cores escuras afinam.

Evite ir à festa sem soutien. É deselegante. Só é liberado para aqueles vestidos que tem bojo interno e não marcam os seios na roupa.

Vestidos de Casamento

Se você for Convidada…

Procure fugir do pretinho básico, busque cores que criem impacto com o seu visual natural (cabelo, tom de pele, olhos, etc…).
Já que é uma festa alegre merece mais do que a cor preta.

Apesar de ser considerado uma escolha certa em todas as ocasiões segundo os manuais de moda, o pretinho básico é muito comum.
Nada de ser comum em festa de casamento.
Opte por cores que destaquem a sua beleza.

Lembre-se que é bacana se ver depois, toda alto astral, nas filmagens e fotos da festa!

Jamais use branco ou pérola são cores parecidas com o vestido da noiva.

Cuidado com vestidos curtos demais ou decotados demais em igrejas. Não pega bem.

Cabelos….

Se forem lisos procure fazer alguma coisa para não parecer que você só se preocupou com o vestido e a maquiagem. Prender de um lado ou usar um detalhe brilhante pode fazer uma grande diferença.

Se tiver volume faça uma escova e prenda levemente, fica romântico e sensual.

Você é a Madrinha…




Pergunte à noiva o que ela decidiu para as madrinhas.

Se ela for muito sua amiga, avise que usar uma cor só, padrão, tipo salmão, para todos, já não se usa mais. É ultrapassado. Porém, há quem goste. Particularmente, não voto nesta opção, pois nem todo mundo fica bem com a mesma cor.

Evite o branco (claro!) e o preto, ou tecidos com muito brilho. No altar é necessário ter uma harmonia, afinal a noiva terá fotos com todos juntos, e muitas vezes esta foto vai para o porta-retrato também.

Para não errar e fazer bonito, escolha cores nos tons do rosa, azul, dourado, prata, lilás, verde ou amarelo, são cores vibrantes e alegres.

Aproveite a festa!

Leia também Se o convite é para uma festa, vista-se para ARRASAR! ,
.

Por Renata Mello

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

'As minhas amadas clientes...


Feliz Dia do Cliente!

Eu nem posso falar que as minhas clientes são clientes.
Faltam palavras aí!
Vocês são minhas amigas.
O nosso relacionamento já passou há muito tempo de comercial.
Voces fazem parte da minha vida!

Eu sempre digo que DEUS escolheu a dedo cada uma ,para que eu tivesse o privilégio de participar do dia-a-dia quando trocamos receitas,
quando conversamos sobre maridos,filhos,
casa,aflições,vitórias,vida espiritual
e,
sobre negócios de moda também...
(Aliás esse era apenas o nosso objetivo inicial,lembra?)

Cada uma com suas particularidades,
Com carinho,
Com disposição,
Com empreendedorismo,
Com visão de mercado,
Com o tempo...(na maioria das vezes é restrito),
Enche a minha vida de enormes alegrias .

Escrevendo a respeito de vocês amigas-amadas-clientes, noto a realidade...
Nossa relação é um casamento de muito sucesso...onde

Na alegria e na tristeza,
Na saúde e na doença,
Nos amamos e nos respeitamos todos os dias das nossas vidas.

A todas vocês,

Feliz dia do Cliente!

Com carinho,

Sibelle Menezes

domingo, 5 de setembro de 2010

Vestido de noiva não é mais branco?


Vestido de noiva não é mais branco?

DivulgaçãoVestido do Jardim Secreto Ateliê

Entra ano, sai ano, as tendências mudam mas algo fica: a preocupação e as milhares de dúvidas sobre vestido de noiva. Blog LP sabe disso: perguntas sobre o assunto nos comentários surgem sempre. Pra ir esclarecendo aos poucos todas essas questões, o site vai, quinzenalmente, tirar essas dúvidas com algum estilista especializado em noivas. A 1ª é Patricia Bourgeaiseau, do Jardim Secreto Ateliê. Confira o que ela diz sobre a noiva de 2010!

1) Branco ou off white? Ou nenhum dos dois?
Off white e um tom mais escuro ainda, quase um chá.

2) Existem truques que podem modernizar o vestido de noiva?
O 1º deles é trocar os detalhes das flores por laços, colocar faixas, cintos marcando a cintura em outra cor como nude, vermelho e até preto. Trocar a renda pelos tules também funciona, e o principal é a mistura de tecidos em um mesmo vestido, como tule misturado com a seda e detalhes em renda, por exemplo.

3) Existe algum vestido de noiva que você considera atemporal, pra mulher que não quer errar?
Pro vestido de noiva ser atemporal o melhor é fugir das tendências. Quanto mais simples é, mais chic e sofisticado. O vestido da atriz Grace Kelly em seu casamento com o príncipe Rainier de Mônaco é lindo até hoje: a parte de cima toda em renda e a saia em seda. Aposte em tecidos como a renda francesa, tafetá de seda e cetim de seda e decotes clássicos como o decote em V, ou até mesmo uma frente única com cava americana que deixa qualquer mulher bonita.

ReproduçãoO clássico vestido de Grace Kelly

4) Véu e grinalda, ou um substituto, ou nada?
Todos. Cada caso é um caso. Gosto de pensar no cabelo de acordo com o casamento da noiva e ainda existem alguns protocolos que devem ser seguidos. Mas pra quem não quer usar o véu, a minha sugestão é uma fita de cetim bordada como uma tiara. Dependendo do vestido fica muito elegante.

5) Sapato de noiva tem que ser da mesma cor do vestido?
Não. Hoje em dia a moda é muito democrática. Sapatos em tom de nude , amarelo e até mesmo vermelho já são um desejo das noivas, e a ideia agrada a todas.

Por Lilian Pacce

domingo, 22 de agosto de 2010

Vitrine de Inteligência

A função principal das vitrines de lojas deveria ser inspirar a gente a experimentar propostas – e não (só) render desejo por peças específicas. Né?

Consumidor bacana não deveria ser o que quer uma peça de vitrine e efetua essa compra, mas sim o que se interessa pelo conceito da loja,
se permite passar tempo dentro dela, vai até o provador e se deixa identificar com o estilo proposto.

E pra isso, é preciso mais do que só roupa na vitrine – mais do que só manequins montados com looks legais: tem que ter poesia, tem que ter tema, estória, encanto mesmo.

A arquiteta Lina Bo Bardi escreveu em 1951 (!!!) sobre isso:
“Não há nada pior para o adquirente do que ter em frente demais coisas para escolher.”
E ainda chamou vitrines abarrotadas de “pequenas ratoeiras com mercadoria-queijo para o transeunte-rato.”

Mais: lojas de rua deviam contar com a responsabilidade que tem de também construir a aparência da cidade (além de ter que vender!).

A Lina (íntima) também registrou seu pensamento nesse sentido:
“A cidade é uma sala pública, uma grande sala de exposições, um museu, um livro aberto a todo no qual podem-se ler as mais sutis nuances, e quem tiver uma loja, uma vitrina, um buraco qualquer fechado por um vidro e queria expor naquela vitrina, quem quiser ter um papel “público” na cidade, toma a si uma responsabilidade moral, (…) a idéia de que a “sua” vitrina possa contribuir para a formação do gosto dos moradores, possa contribuir para dar fisionomia à cidade, denunciar sua essência.” Isso tudo tem a ver com identidade, que tem a ver com estilo.

Se a gente presta atenção até nisso, a experiência de comprar passa a ser mais interessante, a consciência do entorno é despertada e a gente fica mais e mais ligada em quem a gente é, no que desperta desejo na gente, em como o que tá em volta pode influenciar o vestir e mais.

Bom pra pensar e exercitar no fim de semana, né?
Bora atrás de vitrines de inteligência pra que assim o aperfeiçoamento do estilo pessoal tenha mais meios pra rolar!

Por Fernanda Resende

Oneomania ou doença das compras compulsivas




Quando o bem-estar momentâneo originado no simples ato de comprar é muito parecido com o efeito provocado pela ingestão de álcool ou drogas (euforia, contentamento), mas evaporando-se rapidamente e para senti-lo novamente a pessoa precisa comprar de novo, sem se importar se tem condições financeiras de fazê-lo ou não.

Um exemplo que é sempre lembrado é o de Imelda Marcos, a ex-primeira dama das Filipinas, que ostentava uma coleção de 4.000 sapatos.

Muitas pessoas desconhecem o problema e só vão pedir ajuda quando já estão perigosamente endividadas, fazendo manobras mirabolantes para conseguir mais crédito para comprar.

As mulheres são as maiores vítimas desse transtorno. Quatro mulheres para cada homem, com maior incidência da doença ocorrendo entre 18 e 40 anos.

Por que as mulheres?

Ninguém sabe exatamente ao certo. Mesmo porque a oneomania ainda não é bem compreendida e sequer há consenso entre os profissionais de medicina, sob considerá-la ou não uma doença.

Para alguns dos profissionais ela surge como sintoma de outras patologias, como depressão, bulimia e anorexia. E como esse transtornos são mais comuns em mulheres, isso talvez explique a maior ocorrência no agregado feminino.

Doença ou não, para a maioria dos profissionais, quando identificada, a oneomania precisa ser tratada com profissionais, porque raramente as pessoas conseguem sair desse estado sozinhas.

Os tratamentos incluem terapia de grupo, psicoterapia e remédios como antidepressivos, por exemplo. As consequências são muito parecidas com outros transtorno e vícios, como: TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), alcoolismo, vício de drogas, jogos, entre outros.

Mas como saber se a oneomania está ou não presente. O grupo dos Devedores Anônimos preparou um teste, que foi colocado abaixo.

Teste

1. Suas dívidas estão fazendo sua vida familiar infeliz?

2. A pressão de suas dívidas está tirando a atenção de seu trabalho diário?

3. Sua reputação está sendo afetada por suas dívidas?

4. Suas dívidas estão fazendo você se menosprezar?

5. Você já deu informação falsa para obter crédito?

6. Você já fez promessas irrealistas para seus credores?

7. A pressão de suas dívidas faz com que você seja descuidado quanto ao bem-estar de sua família?

8. Você teme que seu empregador, família ou amigos descubram o tamanho de seu endividamento?

9. Quando você se depara com uma situação financeira difícil, a perspectiva de um empréstimo lhe dá uma sensação desenfreada de alívio?

10. A pressão de suas dívidas lhe causa dificuldade de dormir?

11. A pressão de suas dívidas já lhe fez considerar se embebedar?

12. Você já pegou dinheiro emprestado sem considerar adequadamente a taxa de juros que terá que pagar?

13. Você normalmente espera uma resposta negativa quando é submetido a uma consulta de crédito

14. Você já desenvolveu um esquema rigoroso para pagar suas dívidas e, depois, sob pressão, acabou não o cumprindo?

15. Você justifica suas dívidas falando de si mesmo que você é superior a outras pessoas, e que quando chegar a sua "vez", se livrará das dívidas de um dia para o outro

Resultado

Se respondeu SIM a qualquer uma das perguntas acima é possível que você seja um devedor anônimo.
Se respondeu SIM a 2 perguntas, é bem provável que você seja um devedor anônimo.
Se respondeu a 3 ou mais perguntas, então é quase certo que você seja um devedor anônimo.

Mais informações: www.devedoresanonimos-rj.org/teste.html

Fonte: Eliana Bussinger é mestre em Economia de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas